Facebook vem com mais novidades e mudanças. O foco agora são as comunidades.
junho 24, 2017
Confira os eventos nacionais e locais de marketing digital e empreendedorismo no mês de julho
julho 4, 2017
Exibir tudo

Fim do e-Sedex tornará suas compras online mais caras.

Especialistas afirmam que com o fim da entrega expressa dos Correios, os custos das compras online aumentarão cerca de 30%.

Os Correios anunciaram, no dia 19 de junho, o fim o e-Sedex. O que deixou consumidores e empresários preocupados com o aumento dos custos do comércio eletrônico.

Para quem não sabe, o e-Sedex é um serviço dos Correios exclusivo para o comércio eletrônico, essa modalidade de serviço permite uma cobrança de tarifas baixas, como as tarifas convencionais de PAC, porém com entrega expressa do Sedex.

Mesmo monopolizando quase todo mercado nacional, os correios vêm enfrentando a mais grave crise financeira da sua história, com déficits anuais entorno de R$2 bilhões.

A suspensão do serviço foi anunciada em novembro de 2016, e entraria em vigor no dia 1º de janeiro desse ano, porém uma liminar expedida pela 5º Vara do Tribunal Regional Federal – 1ª Região (DF) prorrogou o encerramento para mais seis meses.

Agora com o fim do e-Sedex, a previsão é que o consumidor acabe pagando mais caro no comércio online. Segundo o presidente da ABComm (Associação Brasileira do Comércio Eletrônico), Maurício Salvador, “É uma notícia muito ruim, pois ocasionará o aumento de preços imediato no frete e a redução de qualidade do serviço”, afirma.

Especialistas estimam que os custos aumentem em torno de 30%, pesando no bolso do consumidor e prejudicando pequenas e médias empresas de comercio online.

“Quanto menor é a loja virtual, maior é a cifra da entrega, pois os pequenos empreendedores não possuem volume para negociar com as transportadoras. ” Enfatiza Maurício Salvador.

No Brasil as vendas pela internet crescem a cada ano. Segundo site e-bit em 2016 houve um crescimento de 8% em relação ao ano anterior, representando um faturamento aproximado de R$44,6 bilhões, entre produtos e serviços.

Além do maior acesso à internet e tecnologias como smartphones, o nível de confiança dos brasileiros, em relação as lojas virtuais aumentaram, impulsionando ainda mais o comércio eletrônico.

O cenário torna-se benéfico para as transportadoras e empresas terceirizadas, que não só realizam o entrega do produto como também administram toda a logística dos e-commerces.

A notícia do fim e-Sedex certamente desestimula o e-commerce brasileiro, mas dá margem para empresas de soluções de fretes se destaquem no mercado. Uma alternativa para quem precisa contratar um serviço de qualidade com preços competitivos.